quinta-feira, novembro 18, 2004

É só mais um começo

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Há filmes que nos fazem sair da sala de cinema com um olhar diferente sobre o mundo, que apagam tudo o que nos incomoda ou revolta. Que nos devolvem a capacidade de sonhar um mundo perfeito e olhar para as imperfeições do mundo real com um estranho distanciamento. Como se o mundo que normalmente percebemos como real se transformasse numa ficção sobre a qual planamos, subitamente livres. Porque o todo se reduz ao momento. Porque ir se torna mais importante que chegar. E porque tudo passa a ser possível, porque não interessa o que foi nem o que será, mas o que é. E o presente nunca morre, porque se renova a cada momento. Se inventa a cada momento.