sexta-feira, dezembro 03, 2004

Afinal a gota de água era outra

Há em Lisboa quem se assuste com a entrada de madeirenses em funções na República", disse Alberto João Jardim. Para o presidente do governo regional da Madeira, a decisão de Sampaio de dissolver a Assembleia da República, foi um acto de "discriminação" contra os madeirenses. "Não se quis aceitar um ministro vindo da Madeira", porque "todos sabem que nós a irmos para lá é para meter tudo na ordem", disse ainda Jardim que, ao que consta, estará a considerar uma proposta milionária das Produções Fictícias para dirigir o Inimigo Público, por considerar ser este jornal o único órgão da comunicação social lisboeta que mantém ainda alguma credibilidade. O único entrave à assinatura do contrato parece estar na exigência de Jardim de que, contrariamente ao que agora acontece, o Público passe a sair às sextas-feiras como suplemento humorístico do Inimigo Público. A Nódoa sabe ainda que à hora do fecho desta posta, Alberto João Jardim, Nuno Artur Silva, José Manuel Fernandes e Belmiro de Azevedo estavam reunidos em local desconhecido para os lados de Picoas, tentando chegar a um acordo que viabilize a contratação.