quinta-feira, março 10, 2005

O finório que não há maneira de se finar

Não se pense que o que norteia aquilo que se segue é algum do gozo com que nós portugueses habitualmente escarnecemos dos que provindos do meio de nós, ascendem a posições altamente respeitáveis, ou mesmo invejáveis. Não, não se trata de nada disso. Não me tomando por modelo de virtude, nem sequer me considerando isento de em más horas ser também tomado por sentimentos de inveja, é de forma completamente desapaixonada que me sinto impelido a linkar para esta posta. É que o sujeito em questão e objecto daquela e desta posta é a mais perfeita prova de que cá, como lá fora, por tortuosos caminhos que nem ouso compreender, a mediocridade está com uma cotação incomportável. Resumindo e esclarecendo, Durão Barroso não passa de um Panhonha Vergonhoso, ou, se quiserem ver a coisa num vernáculo menos eufemístico, uma Puta Fina. Irreversivelmente Português e convictamente Europeísta que sou, só me resta acrescentar que das duas condições, por vezes, me envergonho.

1 Comments:

Blogger PF said...

Pelos vistos o resto da Europa demorou cem dias a descobrir o que nós descobriramos em três dias...

10:48 da tarde  

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