quinta-feira, agosto 18, 2005

Pauleta

Estou-me cagando. Para ele. Para o que ele representa para os Açores, para Portugal, para o queijo flamengo ou para o raio que o parta. O mesmo para o Figo. E para os outros todos. Já quanto ao Gabriel Alves, parece-me que o homem merece uma estátua. Num país cuja mais profícua produção são os imbecis e estando muitos deles a banhos de momento, o inenarrável arcanjo da televisão pública portuguesa arrisca-se a ser tomado pela matriz de toda a escória.