Por falar em marketing político...
...e sem querer sugerir (e muito menos advogar) qualquer viragem para um certo compositor grego cujo nome começa por V e faz vagamente lembrar o vocábulo angélico, não poderia a CDU mudar a música? Ou, pelo menos, evitar bombardear as ruas de Lisboa com aquela mesma melodia distorcida? É que já não há pachorra...

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